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O VI Congresso Brasileiro de Prevenção do Suicídio contará com palestra do primeiro presidente da ABEPS, Humberto Corrêa. Ele esteve à frente da Associação por três gestões (2015-2016, 2016-2018 e 2018-2020).
O evento também tem presença confirmada de André Lorenzetti e será realizado de 5 a 8 de agosto de 2026, na UNIFASE, em Petrópolis (RJ).
Neste texto, você conhecerá o currículo desses profissionais e de outros palestrantes já confirmados. Nas redes sociais da ABEPS você acompanha todas as novidades da edição de 2026 do Congresso.
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Humberto Corrêa
Graduado em Medicina. Possui Mestrado em Pharmacologie et Pharmacochimie pela Université Louis Pasteur-França e Doutorado em Ciências Biológicas, Fisiologia e Farmacologia, pela UFMG (2001), Concluiu PósDoutorado em Genética Molecular pela UFMG, em 2002, e Pós-Doutorado pela Universidade Paris-Descartes no Hospital Sainte-Anne, em Paris, em 2010. É professor Titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da UFMG. Foi presidente da Rede Mundial de Suicidólogos (2008-2010). Presidente da Associação Latinoamericana de Suicidologia (2016-2018) e Presidente da Associação Brasileira para o Estudo e a Prevenção do Suicídio (2015-2018). Vice-presidente da Associação Mineira de Psiquiatria (2011-2017) e presidente (2018-2020).
André Lorenzetti
Jornalista, profissional de comunicação corporativa e relações institucionais especializado em defesa de causas com MBA em Gestão Estratégica de Empresas pela FGV e Pós-Graduação em ESG – Gestão Responsável pela FIA/USP. Desde o início dos anos 2000 atua na comunicação do CVV, período em que vivenciou momentos importantes na prevenção do suicídio, como o início das atividades do telefone 188, a série “Os 13 Porquês” da Netflix, a fundação da ABEPS e o início do movimento Setembro Amarelo. Foi conselheiro da ASEC – Associação pela Saúde Emocional de Crianças (2004 – 2025). É autor de dois livros, incluindo “A Era da Cuidadoria – o que importa é saber lidar com o que importa” que trata de autocuidado e saúde emocional, e co-autor de outras quatro obras.
Adriana Silveira Cogo (@adricogo)
Psicóloga (CRP 06/86792). Mestre em Psicologia Clínica (LELu/PUC-SP). Especialista em Luto (4 Estações). Consultora técnica para pauta de saúde mental em emergências climáticas e desastres no DESMAD (SAES/MS), coordenadora do Núcleo de Apoio Psicossocial no EpiSUS Avançado (DEMSP/SVSA/MS), referência técnica em SMAPS na ForSUAS (MDS), e psicóloga do Instituto Maria Helena Franco de Psicologia. Atua há 21 anos no cuidado a enlutados e há 19 anos em situações de emergências e desastres, sendo nos últimos anos com foco importante no cuidado ao trabalhador em cenários de emergências em saúde pública.
Carolina de Sousa Siqueira (@psi.carolinasiqueira)
Psicóloga pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Mestranda pelo Programa de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (EERP-USP). Pós-Graduanda em Intervenção na Autolesão, Prevenção e Posvenção ao Suicídio, Instituto Vita Alere de Prevenção do Suicídio (2026). Membro do Centro de Educação em Prevenção e Posvenção do Suicídio (CEPS) e do Laboratório de Estudos e Pesquisa em Prevenção e Posvenção do Suicídio (LEPS-USP). Membro do Grupo de Estudos em Saúde Mental Infantojuvenil e Suicidologia “Bem-Te-Vi” da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP). Associada à Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS).
Cheila Marina (@cheila_marina)
Enfermeira, especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde. Aposentada pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás e servidora da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, possui mais de 31 anos de atuação no Sistema Único de Saúde (SUS). Desde 2006, atua como consultora do Ministério da Saúde nas áreas de vigilância e prevenção de violências e acidentes e promoção da cultura de paz. Possui experiência na formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas de saúde, com atuação em vigilância em saúde, planejamento, gestão e instrumentos de gestão do SUS nos âmbitos municipal, estadual e federal.
Fernanda Palhano (@fernanda_palhano)
Neurocientista, pesquisadora do Instituto do Cérebro da UFRN e especialista em neuroimagem funcional. Sua pesquisa investiga os mecanismos cerebrais e os potenciais terapêuticos de psicodélicos, como ayahuasca e DMT, bem como da cetamina, combinando ensaios clínicos, neuroimagem e estudos da consciência. É autora de estudos pioneiros sobre os efeitos antidepressivos da ayahuasca e participa do desenvolvimento de terapias psicodélicas para transtornos mentais.
Gabriel Sabino
Consultor da UNICEF e Coordenador Técnico da Rede Pode Falar, é bacharel em Ciências Econômicas pela UFRPE e especialista em Gestão Ágil de Projetos pela CESAR School. Possui mais de uma década de experiência no setor tecnológico, com atuação em Inteligência Artificial, dados e plataformas low-code aplicadas a iniciativas públicas. Sua trajetória inclui projetos voltados ao engajamento cívico e à promoção da saúde mental. Atualmente, dedica-se ao desenvolvimento e à implementação de soluções inovadoras que ampliam o acesso e qualificam a escuta acolhedora de adolescentes e jovens no Pode Falar.
João Ricardo Vissoci
Possui formação em psicologia e ciência de dados, com doutorado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil. É professor associado de Medicina de Emergência, Saúde Global, Bioestatística e Bioinformática e Neurocirurgia. Antes de ingressar na Duke, o Dr. Vissoci foi professor assistente de Saúde Pública no Brasil e concluiu dois pós-doutorados em ciência de dados na Universidade de São Paulo e no Instituto de Saúde Global da Duke (DGHI). Ele codirige o Centro de Pesquisa em Inovação e Implementação em Medicina de Emergência Global (GEMINI) e é membro do corpo docente do Núcleo de Análise e Desenho de Pesquisa (RDAC) do DGHI. É chefe da Divisão de Ciências Translacionais em Saúde do Departamento de Medicina de Emergência da Duke. Também lidera o grupo de pesquisa em Geoprocessamento e Tecnologia (GETS) da Universidade Estadual de Maringá, Brasil.
Keity Fernandez
Psicóloga, Especialista em Técnica Sistêmica EMDR – Reprocessamento de Trauma | Desenvolvimento Humano e Saúde Mental Corporativa. Fundadora do Instituto Ser Humano de Psicologia, é gestora do Programa de Saúde Mental em modelo hospital-dia. Especialista em terapia de reprocessamento de trauma (EMDR), atua no atendimento de demandas complexas, integrando profundidade clínica e visão sistêmica ao cuidado psicológico. Formação em Psico-Oncologia.
Laura Palhano
Psicóloga clínica com mais de 15 anos de experiência em saúde mental, com atuação em psico-oncologia, desenvolvimento humano e gestão em saúde. Graduada pela Universidade Paulista (2011) e especialista em Psico-oncologia pela Universidade de Araraquara (2013). Formação em Análise Transacional e EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing). Sócia-proprietária do Instituto Ser Humano desde 2012, com atuação na gestão clínica e administrativa, desenvolvimento de equipes e implantação de projetos terapêuticos. Experiência na gestão de mais de 30 convênios de saúde, incluindo negociação, faturamento e autorizações. Criadora do Hospital Dia e da metodologia Ciclos, voltados ao cuidado intensivo em saúde mental. Atua no atendimento de adultos e adolescentes, com foco em enfrentamento emocional e reconstrução de sentido.
Mauro Garces
Graduação em Psicologia – Centro Universitário do Distrito Federal (UDF); Pós-graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial de Adolescentes e Jovens – Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade – Residência em andamento pela ESP/DF
Nicole Galvão (@nicgalvaoc)
Nicole Galvão Coelho é professora do Departamento de Fisiologia e Comportamento da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Atua no Programa Pós-Graduação em Psicobiologia (UFRN) de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. É pesquisadora na área de saúde mental, com foco em medicina do estilo de vida e terapias com psicodélicos, especialmente nos efeitos de substâncias como a cetamina e a DMT sobre a neurobiologia e resposta clínica em transtornos psiquiátricos. Cofundadora do CAMP.educ, onde atua na formação de profissionais da saúde.
Orli Carvalho
Doutor em Saúde Pública (Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz) e Mestre em Ciências (Saúde da Criança e da Mulher) pelo Instituto Nacional da Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente Fernandes Figueira/Fiocruz. Docente colaborador do Programa de Pós-graduação de Saúde da Criança e da Mulher Instituto Nacional da Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente Fernandes Figueira/Fiocruz (PPGSCM). Médico formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Pediatra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (HUPE/UERJ), com área de atuação em Medicina de Adolescentes pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade do Brasil (IPUB/UFRJ) e Psiquiatra da Infância e Adolescência pela Universidade Federal Fluminense (HUAP/UFF). Médico (Tecnologista/Servidor) do Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira / Fundação Oswaldo Cruz (IFF/FIOCRUZ). Integrante do Grupo de Pesquisa “Vulnerabilidade e desenvolvimento infantojuvenil”.
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Assessoria de Comunicação da ABEPS



