Até o dia 10 de julho é possível inscrever experiências no Laboratório de Inovações PrevSuicídio
A Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS) participou, na sexta-feira (12), do lançamento do Laboratório de Inovações PrevSuicídio.
A iniciativa, promovida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pelo Ministério da Saúde busca identificar e reconhecer práticas inovadoras em prevenção e posvenção do suicídio no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
As inscrições estão abertas até o dia 10 de julho. Cinco experiências de destaque serão premiadas. Clique aqui e acesse o site do Laboratório de Inovações PrevSuicídio
Podem inscrever suas experiências instituições de saúde públicas ou privadas conveniadas ao SUS, Centros de Estudos, Universidades, Institutos de Pesquisa, Distritos Sanitários Indígenas, Consórcios Municipais e associações de apoio a sobreviventes enlutados que atuam em território nacional. Outro foco pode ser a realização de ações intersetoriais, envolvimento da participação social e comunitária e empoderamento de pessoas com vivência própria de suicídio e autolesão.
Esta iniciativa compõe um conjunto de ações que integram o Projeto de Prevenção do Suicídio no Brasil, coordenado pela OPAS e Ministério da Saúde por meio do Comitê Gestor de Prevenção do Suicídio. A OPAS e o Ministério da Saúde vão identificar, sistematizar e divulgar as experiências selecionadas. Os achados darão apoio à Política de Prevenção do Suicídio nos três níveis de gestão.
As inscrições podem ser realizadas em um dos seguintes eixos: Acesso, Linha de Cuidado e Fluxos no SUS; Treinamento, Educação e Combate ao Estigma; Pósvenção e Suporte aos Sobreviventes; Sensibilização, Comunicação Responsável e Advocacia; Vigilância, Monitoramento e Gestão; e Restrição de Meios e Intervenção Ambiental.
As experiências podem contemplar populações vulnerabilizadas, com especial atenção a jovens, pessoas acima de 50 anos e pessoas idosas. Também podem ser incluídas experiências com povos indígenas em suas diversas etnias, população negra e população LGBTQIA+. Quanto à localização, as ações devem abranger tanto médios e grandes centros urbanos quanto pequenos municípios, zonas rurais e Distritos Sanitários Indígenas, incluindo ainda iniciativas desenvolvidas por consórcios municipais.
Assessoria de Comunicação da ABEPS com informações do site da OPAS



